domingo, 21 de outubro de 2007

Para Zeca Baleiro


José de Ribamar,

Maranhense ariano.

Em ponto de bala,

Virou Baleiro.

Colorido, sortido,

Seu pensar,

Seu saravá,

Seu cantar...

Coração lusitano, analógico.

No verso original

Faz-se verve.

Na voz sensual

Reflete-se preciso.

Humor afiado

Nas cordas do violão.

Peculiar no som,

No tom...

Com ele vou para Babylon...

Começa com quase nada,

E diz quase tudo...

Poeta dos amores correspondidos

Ou, quiçá, mal-resolvidos.

Os lindos que o perdoem,

Mas ele tem borogodó...

E sem mais o que dizer,

Acho que fui para lhe ver...