
José de Ribamar,
Maranhense ariano.
Em ponto de bala,
Virou Baleiro.
Colorido, sortido,
Seu pensar,
Seu saravá,
Seu cantar...
Coração lusitano, analógico.
No verso original
Faz-se verve.
Na voz sensual
Reflete-se preciso.
Humor afiado
Nas cordas do violão.
Peculiar no som,
No tom...
Com ele vou para Babylon...
Começa com quase nada,
E diz quase tudo...
Poeta dos amores correspondidos
Ou, quiçá, mal-resolvidos.
Os lindos que o perdoem,
Mas ele tem borogodó...
E sem mais o que dizer,
Acho que fui para lhe ver...
