domingo, 14 de outubro de 2007

Nova cor

Um tanto de liberdade,
Um pouco de prisão...
É o amor e suas velhas novidades.
Por ser diferente,
É sempre o mesmo.
Inquieto, insólito,
Que o digam infame.
Nutre-se de si mesmo.
As suas doces amarras,
Apertadas...
Ajustadas às incertezas,
Afinadas ao desejo...
Ando eternamente com suas correntes
Atreladas aos meus pés.
Pois todo seu peso transforma-se
Na leveza do meu olhar,
Que sutilmente,
Deposita nova cor em todas as coisas...