Olha para o céu, Miguel!
Tem tanta coisa que brilha.
Tem gente, tem prosa, tem vida.
Vem, vou te abraçar,
Dar-te meu dia, meu tempo...
Meu carinho, meu alento,
Minha paz, minha alegria!
O pequeno príncipe não vai estar mais sozinho!
Tenho tanto para te mostrar...
Não tenha medo de nada,
O mundo tem muitas estradas,
Mas vou cuidar do caminho.
Vou te ensinar a andar!
Vou te dar as boas-vindas,
Todos os dias que chegar.
Contar-te de mim
E te ouvir dizer tudo que quiser.
Temos tanto para inventar!
Um milhão de sorrisos,
Viver é uma festa!
A gente começa, recomeça,
A gente pisca e muda,
A gente muda e pisca.
O bom de tudo é a eterna novidade.
Não demora, meu irmão!
Tens meus ombros, meu coração,
Temos uma rosa para cuidar,
Um universo para desvendar...
Olha para o céu, Miguel!
Tem sempre uma estrela!
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
A canção de tua partida
Não escuto teus passos,
Nem o rastro de tua empáfia.
Soam em meus ouvidos a saudade,
Estranho gosto do desagrado que me causas...
Finjo saber o que sou sem ti,
Travestida a dor da tua ausência...
Ouço as músicas que me deixou
Com a sede da minha vontade.
Agora entendo a dor
Da alma ao corpo...
Física, pungente
No silêncio ao meu redor.
Tu me faltas,
Eu me sobro,
Eu te quero,
Tu me esnobas,
Não te sirvo
Ou eu te sobro...
Nem o rastro de tua empáfia.
Soam em meus ouvidos a saudade,
Estranho gosto do desagrado que me causas...
Finjo saber o que sou sem ti,
Travestida a dor da tua ausência...
Ouço as músicas que me deixou
Com a sede da minha vontade.
Agora entendo a dor
Da alma ao corpo...
Física, pungente
No silêncio ao meu redor.
Tu me faltas,
Eu me sobro,
Eu te quero,
Tu me esnobas,
Não te sirvo
Ou eu te sobro...
Não mais amor
Existe uma saudade no fundo desse lugar...
Já não tem nome,
Já nem se olha nem se deixa olhar...
Não morreu de inanição
Alimentado na lembrança.
Sempre ele vai ser
Era assim...
Tinha que ser...
Ausente e presente.
Trouxe toda sua força,
Toda sua agonia,
Refletida em raiva e desprezo.
Sou aquela que ele transforma...
Para sempre vai existir,
Para sempre uma dor
E não mais amor...
Já não tem nome,
Já nem se olha nem se deixa olhar...
Não morreu de inanição
Alimentado na lembrança.
Sempre ele vai ser
Era assim...
Tinha que ser...
Ausente e presente.
Trouxe toda sua força,
Toda sua agonia,
Refletida em raiva e desprezo.
Sou aquela que ele transforma...
Para sempre vai existir,
Para sempre uma dor
E não mais amor...
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