Vejo em ti meu próprio desejo,
Oposto complementar,
Racional legítimo
De tantas virtudes...
Que nunca se escondem
Entre teus eternos conflitos.
És a própria falta de sutileza...
Harmonia entre razão e loucura
Que se completam,
Geram-nos, constituem.
E lá se vão meus pensamentos vãos...
Buscar-te na possibilidade
Do teu dito impossível.
Quebrar teus princípios,
Relativizá-los,
Eis o desafio...
Ensinar-te a conta-gotas...
Nada como um dia após o outro...
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Toc, toc, toc...
Abraça-me e cala-te.
Nada mais nesse universo
Traduz os sentimentos
Tão intensos a subjugar o óbvio...
Até os olhos recusam-se a ver
O que nos rodeia lá fora.
E fecham-se as janelas da alma.
Nossos corpos, nossos refúgios,
Na nossa doce prisão,
Onde dois parecem muito,
Senão tudo que importa.
Toc, toc, toc!
Ah!
Acabou-se a poesia!
O mundo bateu à porta!
Nada mais nesse universo
Traduz os sentimentos
Tão intensos a subjugar o óbvio...
Até os olhos recusam-se a ver
O que nos rodeia lá fora.
E fecham-se as janelas da alma.
Nossos corpos, nossos refúgios,
Na nossa doce prisão,
Onde dois parecem muito,
Senão tudo que importa.
Toc, toc, toc!
Ah!
Acabou-se a poesia!
O mundo bateu à porta!
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